Home Office exige mais cuidados com ataques cibernéticos

A pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) gerou uma grande mudança no estilo de trabalho de muitas organizações, que foram obrigadas a aderir ao home office para preservar a saúde dos funcionários e evitar disseminação da doença. Porém, essa iniciativa também estimulou a expansão de ataques cibernéticos.

Com a intenção de expandir os ganhos financeiros, muitos hackers estão aproveitando desse novo cenário para entrar nas redes corporativas por meio de phishing (ataque virtual em que a vítima clica em um link malicioso por acreditar na autenticidade de um conteúdo).

Neste artigo, vamos destacar o panorama dos ataques virtuais e ações importantes para combatê-los de maneira inteligente. Confira!

 

 Entenda o comportamento dos hackers

Uma pesquisa da Kaspersky apontou que o número de ataques cibernéticos contra instituições aumentou 350% no primeiro trimestre de 2020, considerando o mesmo período do ano anterior.

Uma prova desse novo cenário abrange a expansão de 3,5 vezes das ocorrências de ransomware, no período de janeiro a março deste ano. Essa modalidade de ataque virtual consiste “no sequestro das informações digitais da vítima”, com técnicas de criptografia que impedem o acesso aos dados.

Dependendo da situação, as informações apenas podem ser recuperadas pelo pagamento de resgate aos hackers. De acordo com a Kaspersky, o crescimento do ransomware tem relação direta com as ações adotadas pelas organizações para frear a disseminação do Covid-19.

Um dos motivos para os hackers estarem mais focados em atacar as redes corporativas envolve o fato de muitos funcionários não seguirem os procedimentos de segurança, indicados pelas instituições durante a adoção do home office.  

Essa conduta aumenta consideravelmente as chances de sucesso de um ataque virtual, pois os hackers terão mais facilidade para ludibriar as vítimas e encontrem brechas de segurança nos sistemas corporativos.

 

Veja ações para reduzir riscos de ataques cibernéticos

O avanço das ameaças virtuais é, sem dúvida, algo que está sendo acompanhado pelas instituições públicas e privadas no Brasil. O Governo Federal apresentou, em fevereiro deste ano, a Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (E-Ciber). Essa ação tem como foco aumentar o nível de segurança da informação dos órgãos federais e de proteger o espaço cibernético no País.

Outro objetivo é tornar o Brasil mais bem preparado para o crescente uso de recursos ligados à  Internet das Coisas (IoT). Esse cuidado é muito importante para reduzir as possibilidades de ataques virtuais.

As instituições em geral, têm orientado os empregados a adotar o home office de maneira segura. Para isso, indicam uma série de medidas, como:

  • Adotar uma senha forte para o uso do Wi-Fi na residência;

 

  • Realizar backups periodicamente para manter documentos profissionais acessíveis e seguros;

                   

  • Promover a modificação de senhas a cada três meses;

 

 

  • Ter cuidado ao clicar em links enviados por e-mail ou WhatsApp, mesmo que encaminhados por pessoas de confiança.

 

A adoção de medidas de segurança para aumentar a proteção contra ataques cibernéticos é indispensável para os funcionários serem mais produtivos. Além disso, minimiza o risco de prejuízos financeiros e de imagem com o vazamento de informações.

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