Governo do Estado do Espírito Santo
19/11/2021 10h19

Confira as dicas do Prodest para evitar golpes virtuais nas compras on-line no fim de ano

A Black Friday e o Natal estão chegando e isso tem chamado a atenção dos que buscam as promoções de fim de ano para presentear amigos e familiares por um valor mais em conta. Mas é preciso ter cuidado com o famoso ditado popular “O barato sai caro”.

Com a intenção de você ter menos riscos ao fazer compras on-line, o analista de TI do Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Espírito Santo (Prodest) Rodrigo Faustini, especializado em Segurança da Informação e Gestão de Riscos, destaca alguns procedimentos para evitar problemas.

Um deles é ter atenção com os anúncios de vendas de produtos que direcionam para sites clonados de lojas tradicionais. Normalmente, essas ofertas têm preços muito abaixo do mercado, com pagamento em boletos emitidos pelos fraudadores. Nesse caso, a recomendação é não clicar no link do anúncio e acessar o site verdadeiro da loja para conferir os preços.   

De acordo com Rodrigo Faustini, a maioria dos golpes ocorre por e-mails ou SMSs maliciosos (“phishing scams”), que contêm links encurtados e direcionam a vítima para sites, que podem infectar o dispositivo do usuário com vírus. Estes bombardeiam os internautas com anúncios comerciais ou podem coletar todas as informações digitadas.  

O especialista também destaca que o internauta pode ser levado a sites falsos ou a clones de páginas de lojas ou bancos conhecidos. Nessa situação, o objetivo é obter informações pessoais ou financeiras importantes (nomes de usuário, senhas, números de contas bancárias, endereços de e-mail, entre outras).

Postura  

Na avaliação de Rodrigo Faustini, a melhor postura para evitar problemas ao fazer compras on-line é não clicar em links recebidos em mensagens de spam ou em quaisquer e-mails ou SMSs que possam ser “iscas” para golpes virtuais. Ele também indica não clicar em anúncios no Facebook, TikTok e Instagram, em que os preços estão com valores bem menores do que a média do mercado.

“É comum haver propagandas que levam a sites falsos de lojas renomadas. Mesmo um anúncio sendo formalmente veiculado em uma rede social, isso não impede a fraude. Isso porque o site apenas publica o que foi pago para veicular, sem se responsabilizar pelo conteúdo ou pela veracidade do que está sendo anunciado”, explicou o especialista.

 

Informações à Imprensa:

Eric Lopes Menequini

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